Cada vez mais, a empatia e outros fatores relacionados à inteligência emocional têm sido de grande importância no momento da Contratação de funcionários.

Por isso, muitas ferramentas de assessment (como o C-VAT) já são capazes de mensurar o quanto os candidatos valorizam suas Relações Pessoais.

No entanto, quando um recrutador se depara com dois currículos muito parecidos, uma dúvida pode surgir: a Empatia pode ser levada como um critério de desempate?

Para chegar nessa resposta, confira alguns dados interessantes:

A ciência da Empatia

Empatia significa, basicamente, a capacidade de se colocar no lugar do outro.

De acordo com um estudo realizado por psicólogos da Claremont Graduate University, pessoas que constantemente se colocam no lugar das outras ampliam seus horizontes emocionais e se tornam mais felizes e resilientes.

Por isso, geralmente são mais bem-sucedidas a longo prazo.

 

Para avaliadores, a Empatia vale mais do que o currículo

Pelo menos, é o que aponta um periódico científico publicado pela revista American Sociological Review.

Em um estudo conduzido por Lauren Rivera, professora na Northwestern University, observou-se que os avaliadores valorizam mais características relacionadas ao estilo de vida dos candidatos do que suas habilidades.

Por isso, acabam agindo pela empatia e contratam pessoas que se parecem com alguém do seu convívio, ou alguém com quem fariam amizade.

 

Mas afinal: quando deve ser um critério?

Considerando esses dados e os princípios de Gestão de Pessoas, o que deve prevalecer é a funcionalidade dessa característica no cargo que vai ser desempenhado.

Pois veja bem: dependendo da vaga em questão, o candidato ser perfeccionista pode ser muito mais relevante do que se colocar no lugar do outro, por exemplo.

Por isso, seja sobre empatia ou qualquer outra característica de Perfil Comportamental, cabe ao recrutador manter a impessoalidade e compreender quais são as características pessoas que de fato importam para aquela função.

 

 

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